A Chama Violeta

Pensamentos intrusivos agitando os planos mental e emocional

Por Jenny Schiltz

Pensamentos intrusivos agitando os planos mental e emocional.

Por Jenny Schiltz

Tradução: a 19 de setembro de 2026
 

  
 
 
Neste momento, está a ocorrer uma amplificação incrível nos campos mental e emocional, trazendo à tona pensamentos intrusivos, medos, inseguranças, dúvidas, vergonha, sensação de escassez e padrões profundamente enraizados. Para algumas pessoas, esta amplificação tornou-se incrivelmente intensa.
 
Estes pensamentos não criam algo dentro de nós que já não existisse. Em vez disso, encontram a parte de nós que tem uma frequência correspondente e aumentam o volume.
 
Por exemplo, se carrega uma insegurança específica no nível dois, ela existe e, em certas circunstâncias, pode senti-la, mas não domina a sua vida. Surge então um pensamento intrusivo carregando a mesma frequência e, de repente, o que era um dois parece um oito.
 
O perigo é acreditar que, porque algo se tornou mais intenso, de alguma forma se tornou mais verdadeiro. Intensidade não é sinónimo de verdade.
 
De muitas formas, esta amplificação dá-nos uma oportunidade extraordinária de ver o que tem influenciado silenciosamente as nossas escolhas, mesmo que de forma inconsciente. O medo que nos impede de fazer algo, a insegurança que nos convence de que não estamos preparados, a vergonha que nos diz que não somos suficientes, ou as dúvidas que surgem no momento em que começamos a caminhar para algo que realmente nos entusiasma.
 
Fomos condicionados a presumir que, se sentimos algo com intensidade suficiente, isso deve significar alguma coisa. Se o medo se intensifica, algo está errado. Se a dúvida se torna forte, presumimos que estamos a tomar a decisão errada. Se a nossa mente produz razões suficientes para não avançar, podemos acreditar que parar é a sabedoria.
 
Mas o medo não é, geralmente, intuição, e a voz mais alta dentro de nós não é necessariamente aquela que devemos seguir. Por vezes, o medo intensifica-se porque nos estamos a aproximar de algo que nos leva para além do que imaginávamos ser.
 
Podemos reconhecer o que está presente e, ainda assim, escolher de forma diferente. "Vejo o medo. Compreendo porque é que ele está aqui. E não permitirei que ele determine o meu caminho."
 
Quando pedi à minha equipa que me mostrasse o que estava a acontecer a um nível energético mais amplo, mostraram-me a imagem de um berlinde com vários caminhos a estenderem-se à sua frente.
 
Compreendi que o berlinde representava cada um de nós individualmente. Cada percurso representava uma trajetória potencial diferente, enquanto a pequena bola transportava frequências que ressoavam com esses percursos.
 
Um caminho poderia ressoar fortemente com a escassez e a sobrevivência. Outro poderia conter os padrões familiares em que vivemos há anos. Outro poderia ser moldado pela necessidade de provar algo, pelo excesso de trabalho, pela ocultação ou pela escolha do que parece seguro. Outra trajetória poderá levar-nos a experiências que nunca tivemos antes, porque exige que confiemos em nós próprios, sigamos o que se abre e façamos escolhas a partir de um nível mais profundo de alinhamento da alma.
 
O que mais me impressionou nesta imagem foi que aquilo que transportamos influencia a direção para onde somos puxados, mas não determina para onde devemos ir.
 
Ainda temos escolha. Somos nós que controlamos o nosso destino.
 
Se o medo, a escassez, a vergonha ou a insegurança se amplificarem e permitirmos que essa frequência tome as nossas decisões, começamos a mover o berlinde em direção ao caminho que ressoa com o que transportamos. Convencemo-nos de que não podemos aproveitar a oportunidade. Permanecemos na relação, emprego, identidade ou situação que já conhecemos. Escolhemos o que nos parece familiar em vez do que nos faz sentir vivos.
 
Mas podemos carregar exatamente o mesmo medo e fazer uma escolha completamente diferente. Podemos estar aterrorizados e ainda assim seguir em frente, duvidar de nós próprios e ainda assim tentar, ou sentir insegurança e ainda assim permitirmo-nos ser vistos. Podemos não ter absolutamente nenhuma ideia de como algo vai funcionar e ainda assim reconhecer o impulso inconfundível dentro do nosso coração a dizer-nos que é para lá que precisamos de ir.
 
Agir DE QUALQUER FORMA altera a trajetória.
 
As energias actuais fazem parte de um tremendo processo de refinamento e classificação, mas não vejo isto como uma classificação colectiva onde a humanidade está a ser dividida em categorias definidas ou colocada numa de duas linhas temporais. Isto é profundamente individual.
 
A cada pessoa é mostrado o que transporta, em que acredita, o que teme, em que confia e, em última análise, o que lhe permite ter autoridade sobre as suas escolhas. A nossa mente está constantemente a receber, a interpretar, a prever, a recordar, a comparar e a tentar proteger-nos com base em tudo o que já experimentámos.
 
Quando nos identificamos excessivamente com cada pensamento que nos atravessa, podemos perder a capacidade de distinguir entre ruído mental, padrões antigos, medo e a sabedoria muito mais silenciosa da alma.
 
Para alguns, esta amplificação está a tornar-se profundamente desestabilizadora. Vemos pessoas a tomar decisões precipitadas, a comportarem-se de forma errática, a serem consumidas por pensamentos dos quais não se conseguem libertar e, nas situações mais graves, a terem pensamentos de se magoarem ou magoarem outros.
 
É aqui que o enraizamento, o apoio e a criação de um espaço de silêncio para a introspeção se tornam cruciais, dando-nos a oportunidade de nos separarmos do ruído da mente, de nos reconectarmos connosco mesmos e de nos lembrarmos que não somos todos os pensamentos que nos passam pela mente.
 
O que está a ser amplificado dá-nos a oportunidade de ver o que tem influenciado as nossas escolhas, muitas vezes sem que sequer nos apercebamos.
 
Existe um ponto entre o que surge dentro de nós e o que escolhemos fazer com ele. Esse é o ponto da escolha.
 
Por vezes, o alinhamento apresenta-se como uma certeza absoluta, mas mesmo com essa clareza, pode conter sentimentos de medo, dúvida e insegurança. Escolhemos o que o nosso coração nos impulsiona. Escolhemos o que desejamos, o que nos faz sentir vivos e o que a nossa alma continua a chamar-nos, mesmo quando a mente nos dá mil razões para não o fazermos. Faça-o, mesmo assim.
 
O medo não tem de desaparecer para que deixemos de escolher com base nele.
 

Jenny Schiltz


Copyright 2026 Jenny Schiltz – Se repassar, por favor, mantenham a integridade desta informação exatamente como se encontra aqui e incluindo todos os links acima e os links da publicação original.
 
Traduzido por achama.biz.ly com agradecimentos a: 
 
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  * Ocasionalmente a censura das trevas apaga-me alguns artigos. (google dona do blogspot)
Notas minhas:
  • Deus, a Fonte da vida é puro amor incondicional, não um deus zeloso [de algumas] das religiões dogmáticas.
  • Todos os artigos são da responsabilidade dos respectivos autores.
  • Minha opinião pessoal: Ninguém é mais anti-semita do que os sionistas [ou judeus falsos].
 
Lembrete: 
O discernimento é recomendado
vindo do coração e não da mente
O Google apagou meus antigos blogs rayviolet.blogspot.com e
rayviolet2.blogspot.com, sem aviso prévio e apenas 10 horas depois de eu postar o relatório de Benjamin Fulford de 6 de fevereiro de 2023, acusando-me de publicar pornografia infantil.
(Uma Grande Mentira).

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